sábado, 19 de setembro de 2009

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

THUS SPOKE CHICO DRUMMOND

1- NÃO LUTAREI MAIS POR UM LUGAR AO SOL. QUERO AGORA, COMO JÁ CONSEGUIRAM MEUS EX-COLEGAS DE FACULDADE, UM LUGAR À SOMBRA.

2- DEUS SABE O QUE FAZ. SÓ CHICO SABE O QUE ELE NÃO FEZ E QUE DEVERIA TER FEITO.

3- DEUS DÁ O FRIO CONFORME O COBERTOR. MAS NÃO O AR CONDICIONADO CONFORME O CALOR.

4- SE É GRANDE A LISTA DE CRIMES, O MELHOR É CHAMAR UM GRANDE CRIMINALISTA.

5- AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA. É............., MAS MUITOS DÃO O CALOTE NESSA CONTA.

6- SEI QUE NADA SEI. ENTRETANTO, DESCONFIO DE TUDO.

7- PASSEI 40 ANOS ACHANDO QUE O HOMEM TERIA VINDO DO MACACO. NÃO VEIO. ESTÁ INDO PARA ELE.

8- NÃO VOS PREOCUPEIS COM AS OPINIÕES DE CERTOS HOMENS DO PASSADO. É QUE ELES NÃO VIVERAM O SUFICIENTE PARA MUDAR DE IDEIA.

9- CLASSIFICAÇÃO DAS IDADES:

DE 0 ATÉ 25 ANOS........... 1ª IDADE

DE 26 ATÉ 50 ANOS........... 2ª IDADE

DE 51 ATÉ 75 ANOS............3ª IDADE

ACIMA DE 75...................... CARIDADE.

10- PICA-PAU: UMA AVE ABSOLUTAMENTE REDUNDANTE.

11- SABES QUAL É A DIFERENÇA ENTRE O MUNDO ANGLO-SAXÃO ( EUA ) E O MUNDO ROMANO-GERMÂNICO ( BRASIL )?

É SIMPLES:

O PRIMEIRO MANDA SEUS CIDADÃOS À LUA.

O SEGUNDO MANDA SEUS CIDADÃOS À MERDA.

12- DEPOIS DA TEMPESTADE VEM......A INUNDAÇÃO, O DESMORONAMENTO, E O SURTO DE LEPTOSPIROSE.

13- SE RICO, IN DUBIO PRO REU. SE POBRE, IN DUBIO PRO HELL!

14- REVISTAS DE NU: EIS AÍ UMA NOVA UTILIDADE PARA A EXPRESSÃO "ÓRGÃOS PÚBLICOS."

15- O MUNDO, SEGUNDO ALGUNS INDIVÍDUOS, DEVE SER GOVERNADO PELOS MAIS CAPAZES. E TEM SIDO. PELOS CAPAZES DE TUDO.

16-JÁ REPAROU QUE MUITOS HOMENS DE PRINÍPIOS ACHAM QUE OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS?

17-VIVEMOS NUMA ÉPOCA EM QUE SÓ NÃO SE VENDE A MÃE. MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE DEVAMOS PARAR DE FAZER AS OFERTAS.

18-HOJE EM DIA É CADA UM POR SI, DEUS POR TODOS, E O CAPETA SÓ PARA ALGUNS POUCOS PRIVILEGIADOS.



SAMBA DO ACADÊMICO DOIDO

BY CHICO

Homenagem a todos que sofreram, ou ainda sofrem, ao terem que ler aqueles textos que só convém serem lidos depois de se tomar 3 comprimidos contra enjôo.

O pobre e exausto acadêmico, já no fim de seu curso de Direito, e tendo sofrido um bombardeio de idéias esdrúxulas, paradigmas ultrapassados, conceitos incongruentes, e muito mais, viu-se diante da seguinte questão de prova, proposta por professora da UFMG, que de BH já partiu, e que era mais ou menos assim:

"Analise a tese dos 18 dromedários, tanto sob o prisma da norma posta, quanto sob a ótica Quelzem/Lumaniana, proposta na visão hermenêutico-dogmática de iii-Ering."

Resultado? Saiu este samba:

Foi em Diamantina / Onde nasceu JK
Que essa istória cumeça
E eu arresorvi ti contá.
Lá, foi que Rãs Quelzem
Num encontro com Lombrozzo
Quase obrigou Maquis Vêber
A bater boca com Fragoso.

Lá iá lá iá lá ia / A coisa era impossível de colar.Lá iá lá iá lá ia / A coisa era impossível de colar.

Mas o Tômas Robes
Tinha outro entendimento
E suas brigas com Queines
Só produziu constangimento.


Nas estradas de Minas
Voltér se perdeu
e acabou na sarjeta.
Mas o dito francês
encontrou Galileu
e acabou com a falseta.

Da união deles dois
ficou resolvida a questão:
a culpa é toda de Platão.
a culpa é toda de Platão


Assim se conta essa história
Que é de Russô a maior glória
E quem achar irrelevante
Vá se queixar com o tal de Cante.


O, ô , ô, ô, ô, ô / O cara tomou pau e não passou.

O, ô , ô, ô, ô, ô / O cara tomou pau e não passou.
A DEUS / AH, DEUS! / HÁ DEUS?/ ADEUS

Em tarde escaldante de dezembro,
vejo um pedinte esfarrapado,
figura bisonha, com feridas no pé,
reclinado na escadaria
da Igreja de São José.
Suja e purulenta,
ergue a mão tal criatura:
a quantia que me aprouver.
Deixo cair um trocado,
nota ou moeda qualquer,
E me afasto ligeiro, tenho pressa,
minha rotina é tirana.
Cumpro também o meu martírio.
Condenado, por crime não sabido,
a ganhar o próprio pão,
eu, em lida enfadonha,
o outro, naquele chão.
E ao me distanciar
ouço o “deus-lhe-pague”.
No que, sem hesitar,
respondo por telepatia:
Um dia Ele ainda me paga!

Um dia Ele há de nos pagar!
AOS CADÁVERES

Numa sala de aula
do curso de Medicina,
alunos retalham cadáveres,
corpos sem vida e sem nome,
dos quais se seccionam os membros,
e se lhes revolvem as entranhas.

Numa sala de aula
do curso de Direito,
cadáveres não há,
só corpos muito vivos,
e alguns com muito nome.

Mas nesta área do saber,
com freqüência bem notável,
o que se vê seccionada
é a fala do aprendiz,
E quase nunca se permite,
a esse pobre infeliz
a arriscada façanha
de dissecar o Direito
e tentar revolver-lhe as entranhas.
TRIDECÁLOGO DA DESCONFIANÇA
(A CARTILHA DO VERDADEIRO CÉTICO)
Nunca confie cegamente:


1. Na honestidade dos outros.
2. Nos elogios de parentes e amigos.
3. Nas argumentações que encaixam direitinho.
4. Na ajuda dos "amigos."
5. Na cultura do "próximo."
6. Na primeira versão dos fatos.
7. Nos amigos de agora.
8. Nos inimigos de ontem.
9. No time que só empata.
10. No seu amigo que critica o amigo dele.
11. No noticiário político.
12. Nos desmentidos oficiais.
13. No que dizem rádio, jornal, televisão e internet.
14. Nas "caras de santo."
15. Na ingenuidade dos outros.
16. Na esperteza dos outros.
17. Nas "boas intenções."
18. Nos líderes de qualquer espécie.
19. Na opinião dos psicanalistas e congêneres.
20. Nos humoristas.
21. Nos que te dizem que ouviram dizer.
22. Nas forças da mente, da fé, dos exemplos e do destino.
23. Nos propósitos dos grandes "heróis."
24. Nos sorrisos e tapinhas nas costas.
25. Nos que têm pouco a perder.
26. No que te ensinam na escola ou fora dela .
27. Nos votos, até mesmo nos de castidade ou de feliz Natal.
28. No diagnóstico da sua doença.
29. Na vitória em primeira instância.

30. E até mesmo nos tridecálogos.
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO TORTO

A expectativa da integração de normas, obviamente inseridas ao ordenamento jurídico válido, elide uma forte carga de subjetividade, a mesma que os indivíduos irão impor à ação social, seja no sentido intencional das próprias normas, ou na subjetividade específica de cada uma delas.
Tudo isto, conjuga-se ao fato do evento comunicativo não invadir a esfera da expectativa futura da sanção, não induzindo à idéia de que a falsa previsão de dado fator subjacente contempla o fato em si.
Destarte, a norma positiva pode ser vista como a capacidade do Direito de produzir força comunicativa, bem como da coercitividade própria da sanção, a qual, de forma paradigmática, está intrinsecamente ligada à capacidade de se criar vínculos entre os fatos, indiferentemente à constituição de quaisquer expectativas, sejam elas normativas ou, num sentido dialético-construtivista, alicerçadas em um paradigma socio-jurídico.